80% DOS CRIADOUROS DO MOSQUITO ESTÃO DENTRO DE CASA

O mosquito Aedes aegypti vive dentro e ao redor das nossas casas. A fêmea espalha seus ovos por muitos lugares. Para garantir a saúde da sua família e vizinhos, é necessário fazer uma ação semanal de apenas 10 minutos nos locais onde ele costuma colocar seus ovos. O Aedes é oportunista: ele coloca seus locais inesperados. Por isso, também verifique outros locais que podem acumular água.

10 minutos podem salvar muitas vidas!

Com apenas uma ação semanal é possível interromper o ciclo de vida do mosquito.

Adote essa ideia. Verifique todas as semanas:

Galões, tonéis, poços, latões e tambores devem ser totalmente vedados, inclusive aqueles usados para água de consumo.

A caixa d'água totalmente vedada evita a entrada de mosquitos.

Bandejas de ar-condicionado limpas impedem o acúmulo de água. Outra opção é descartar a bandeja.

Os objetos que podem acumular água devem ser eliminados. Se isso não for possível, pneus devem ser guardados em locais cobertos e, as garrafas vazias, armazenadas com a boca para baixo.

Nos quintais e áreas de serviço, baldes virados com a boca para baixo evitam o acúmulo de água.

Sempre que possível os pratos dos vasos de plantas devem ser eliminados. Como alternativa, os pratos podem ser completamente preenchidos de areia ou lavados semanalmente com bucha.

Calhas limpas, sem folhas e sujeira, evitam o acúmulo de água.

Evite o acúmulo de água em bandejas de geladeira.

Ralos limpos e com aplicação de tela evitam a formação de criadouros.

Vasos sanitários fora de uso ou de uso eventual devem ser tampados e ter água renovada semanalmente.

Plantas como bambu, bananeiras, bromélias, gravatás, babosa, espada de são jorge e outras semelhantes podem acumular água. A orientação é esvaziar a água semanalmente virando a planta ou jogando água corrente para renovar a água depositada.

Lonas usadas para cobrir objetos ou entulho bem esticadas evitam a formação de poças d'água.

Piscinas e fontes devem ser limpas e tratadas com produtos químicos específicos.


Essas informações foram elaborado com a orientação de especialistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).


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